janeiro 04, 2012

2012

Fazia dias que caminhava entre nuvens. Não pedi nada para hoje, não esperava muito, no máximo, minha alma livre. Ao abrir a janela, eis que não há uma nuvem no céu. Um azul inocente, de algum dia puro do passado. Era impossível não sorrir diante a bênção do sol. Se alguns dias atrás, foi entre as gotas que tentei te alcançar, hoje, são os raios dele que vão envolver nossos desejos. Pareceu tão apropriado, um sinal de boa sorte para o futuro. Sorri pela chance. Vamos desenhar nosso querer e, quem sabe, ele não se complete… — Danilo M. Martinho