maio 10, 2012

Se joga, sem medo!

Há coisas que eu não sei dizer, muito menos, ainda, sentir! Fico meio confusa só de pensar na possibilidade de me tornar uma pessoa fria, coisa que, aos poucos, estou ficando. Eu não devo culpar ninguém, não mesmo! A culpa foi e continua sendo toda minha. Esperar algo de alguém é como sofrer por antecipação, apenas! Um dia, com toda a certeza, você vai se decepcionar com ela. Cedo ou tarde.

Basta olhar em volta, todos nós temos sonhos, temos desejos, temos frustrações e dúvidas sobre se arriscar, se entregar... Sim, passamos por isso, pelo menos, uma vez na vida! Quando escolhemos um caminho, depositamos nele toda a confiança, esquecendo conseqüências, inseguranças e o MEDO! Ah, o medo... Como posso esquecer desse companheiro que me deixa alerta e me faz perder a oportunidade de voar, de quebrar as grades? Simples medo.

Será que vale mesmo a pena deixar de viver, de conhecer e de ir em busca de sua felicidade por algo que aconteceu e que te fez sangrar? Nada te fará mudar de ideia? Mesmo? Lembra-te: O mundo é todo seu. Todinho, meu bem! E aí, tem certeza que QUER continuar assim?

março 14, 2012

s2


Tô MUITO besta com minha palheta, ainda, e acho que nem vou conseguir dormir! Obrigada, Aline, de verdade, poxa!

FAMÍLIA NX É MUITO FODA! <3

Março

"Ocupo todos os cantos da cama para deixá-los fora do meu mundo. É o meu modo de esconder que, na verdade, eu só queria perder o cobertor para pés maiores que os meus. Dormir sozinha dá aquela sensação de que o frio existe mesmo quando o termômetro marca 30 graus, de que os travesseiros são insuficientes e o espaço é infinito. Por dentro e por fora.
Ocupo todos os segundos do meu dia pra não deixá-los tomarem posse da solidão que cultivo como companheira. Sou dela, não tem jeito. Sou minha e não sei me dividir. Essa é só a maneira que eu aprendi a ser, porque pertencer aos outros faz doer."

Eu só queria que você entendesse que machuca ter que te ver e  não poder falar contigo, te ABRAÇAR e dizer que eu estou aqui, e sempre estarei.

fevereiro 02, 2012

Miss u

Por razões que desconheço, nossas aproximações foram sempre pela metade. Interrompidas. Um passo para a frente e cem para trás. Retrocessos. Descaminhos. Procuro sinais de algum amor teu. Vestígios de noites passadas. Tu não me vês, estou incógnita a te observar. Como sempre estive, olhando pelas janelas, de longe, coração apertado.
(…)
Tu dormes, e nos teus sonhos mais secretos, não posso entrar. Embora queira. À distância, permaneço te contemplando. E me pergunto se, quem sabe um dia, na hora certa, nosso encontro pode acontecer inteiro. Porque tu és o único que habita a minha solidão. (Caio F. Abreu)

Nossa cara.

janeiro 30, 2012

Se essa rua fosse minha

"O mundo dá tantas voltas e, às vezes, acabamos na mesma rua sem saída. Por vontade própria, colocamos na cabeça e no coração que é necessário tomar outro rumo. Enfrentamos obstáculos e, conseqüentemente,  ganhamos umas lições como brinde ao sacrifício, ganhamos novos sorrisos, novos corações, novos momentos… Mas nada é capaz de apagar aquele caminho abandonado que decidimos desistir.
Se destino existe ou não, eu não sei responder. Só sei que, nesse labirinto chamado vida, já andei quilômetros, e parece que estou sempre chegando no mesmo lugar em que eu sofri tanto pra sair."
 (Não dói mais, mas é difícil fechar o livro da nossa história preferida.)

janeiro 27, 2012

De dentro

Já é dia, mais um dia... Eu ainda não entendo essa tua ausência vazia, essa tua falta de interesse. Não significou nada, né? Eu sei. E isso é o que mais me dói: Ter tido você por um tempo; cuidado, amado, protegido, ajudado a te trazer de volta ao mundo, à vida... Em troca? Na verdade, eu não esperaria nada, não se eu não te amasse como eu jamais pensei amar. Sofrer é algo relativo, sabe? É por amar demais que acabamos esperando e exigindo do próximo aquilo que estamos oferecendo/doando, ou mais que isso. Às vezes, é recíproco. Outras, não. E é aí onde nos deparamos com mágoas, sentimentos reprimidos e descrença de tudo. De todos.
Eu queria poder olhar nos teus olhos e dizer que não sinto mais nada, que eu já não penso mais em ti, que eu já não espero nada, que eu já não amanheço e vou dormir pensando em como seria se você estivesse do meu lado, que as tardes de terça já não me trazem lembranças e que, quando o teu time vai jogar ou o teu artista preferido vai tocar, eu não sinto um frio na barriga; que eu não mais lembro de ti quando escuto a nossa música. 
Eu já não choro mais como antes, já não insisto mais como antes... Eu já não te ponho em meus planos como antes. Sinceramente, acho que estou aprendendo a te deixar um pouquinho de lado, mas não é por muito tempo. Eu prometo. Por mais que eu queira te esquecer, existe uma parte em mim que diz o contrário. E ela grita tão alto que mal posso ouvir o sussurro quase que desprezível da razão.


janeiro 26, 2012